Quando demos o primeiro beijo, na Av. Atlântica, eu ainda nem sonhava com o que estava por vir. Demoramos cinco longos anos para, finalmente, dividirmos o pote roxo (escolha minha, que ele gentilmente acatou) de escovas de dente. Eu não tinha dúvida de que tinha sido premiada com um marido ainda melhor que o namorado. Estou grávida, é verdade, mas a gentileza dele não apareceu agora. Sempre foi assim, o que me dava uma quase certeza de que tinha me transformado numa mulher de sorte.
Hoje, não comemoramos nenhuma data especial. Não é aniversário dele. Nem meu. Nem do namoro. Nem Dia dos Namorados. Mas, ouvindo uma música do disco que já é trilha sonora do meu novo lar, me deu uma vontade danada (contrariando todos os conselhos femininos de não fazer propaganda do amor para não atrair inveja! Mulher é bicho esquisito, né?) de escrever para dizer que o amo e que minha casa fica sempre mais bonita, aconchegante e querida com ele dentro. Para o meu marido, uma música cantada pela Roberta Sá (no seu ótimo segundo disco “Que belo estranho dia pra se ter alegria”), que já foi sucesso também na voz de Linda Batista.
Interessa? (Carvalhinho)
Outubro 23, 2008 às 2:52 pm |
COISA MAIS LINDAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!